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Final de semana sangrento em Palmeira dos Índios

Em menos de 48 horas Palmeira dos Índios registra três homicídios e uma tentantiva, deixando a população com medo de sair à rua

Por Redação

A bruxa andou solta neste final de semana em Palmeira dos Índios, onde ocorreram três homicídios e uma tentativa, deixando a população temerosa de sair à rua.

Na sexta-feira à noite (01), populares ouviram tiros próximo ao Colégio Estadual Humberto Mendes e tomaram conhecimento de que um homem por nome de Romário havia sido atingido por cinco disparos, inclusive  um na boca arrancando-lhe alaguns dentes. A vítima foi encaminhada para Unidade de Emegência de Arapiraca. Segundo populares, o caso não foi registrado na delegacia de polícia.

Na tarde de sábado (02),  Rafael Idalino Simões, de 23 anos, foi assassinado enquanto bebia com amigos, às margens do Açude do Goití.  No intervalo de cinco horas Damião Santana da Silva, de 36 anos,  foi executado, enquanto estava sentado na calçada de uma residência no Conjunto Sebastiana Gaia, na Salgada.

Para fechar o final de semana sangrento, hoje (03) por volta das 19h50min, um homem identificado como José Magno do Nascimento, de 41 anos, residente na rua Mestre Jau, no bairro São Luiz, foi assassinado quando chegava em sua residência.

Testemunhas informaram que a vítima estava em sua moto vermelha, de placa 0HC 8217, e ao se aproximar  de sua residência buzinou para que alguém abrisse o portão, quando foi surpreendido por tiros vindo do interior de um veículo Uno, de cor vermelha e placa não anotada.

José Magno então arrancou a sua moto e saiu em disparada, tentando se livrar de seu algoz, mas foi perseguido pelo veículo com um elemento atirando, quando então mais adiante, próximo a garagem da empresa de ônibus Palmeirense, a vítima caiu da moto e o elemento  desceu do veículo executando-o a queima roupa, saindo logo após com destino ignorado.

Segundo informações, José Magno respondia a processos  no forum de Palmeira dos Índios, acusado de porte ilegal de arma, por venda de substância proibida (remédio PRAMIL) e utilização de cartões do bolsa familia de várias pessoas.

Como o crime ocorreu na mesma rua da residência da vítima, a esposa e um filho de menor idade, foram as primeiras pessoas a chegarem ao local do crime, entrando em desespero, sem saber a quem atribuir o bárbaro assassinato de seu ente querido.

Apolícia realizou busca nas proximidades, mas não conseguiu prender nenhum suspeito.

Até o fechamento desta matéria, o corpo ainda se encontrava no local, esperando IML para os procedimentos legais.

 

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