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10/09/2013 - 09:11

Polícia diz que assassinato de comerciante foi “acerto de contas ou vingança”

Manuel veio morar em Palmeira a cerca de um mês porque tinha sociedade num depósito de bebidas. Polícia já tem linha de investigação e descarta possibilidade de assalto.

Comerciante é assassinado no centro

Comerciante é assassinado no centro

Uma linha de investigação já está sendo executada pelos agentes de Polícia da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios para elucidar a morte do empresário Manuel Eduardo Palmeira dos Santos, assassinado a tiros na noite de sábado (07), no centro de Palmeira dos Índios. A polícia já descartou a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte). Um tenente do 10º Batalhão de Polícia Militar chegou a afirmar que a vítima foi executada por “vingança ou acerto de contas”.

O Tenente PM Porfírio descreveu alguns fatos importantes sobre a morte do comerciante Manuel Eduardo e destacou a linha de investigação que deve ser seguida pela Polícia Civil. Segundo ele, a vítima foi perseguida por elementos numa motocicleta, onde o garupa sacou uma arma e ao emparelhar com o veículo conduzido por Manuel, efetuou disparos de arma de fogo.

Mesmo atingido, Manuel conseguiu dirigir cerca de 100 metros na rua Lauro de Almeida (rua da mangueira) e tentou jogar seu carro contra os acusados, mas chegou a colidir. Com a parada do veículo Ford Fiesta de cor azul e placa MUU 7985/AL, os executores efetuaram cerca de dois disparos à queima-roupa e confirmaram a morte da vítima.

Em depoimento à polícia, a esposa de Manuel disse que veio morar em Palmeira a cerca de um mês em razão de seu marido ter sociedade num depósito de bebidas. No entanto, ela não soube informar o nome da empresa, nem o nome do outro sócio. Anteriormente, o casal residia no bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió.

Pelas características da execução, Tenente Porfírio disse não haver dúvidas de ter sido um “acerto de contas ou vingança”. Ele ainda observou que no interior do veículo havia uma cadeira bebê-conforto, o que leva a crer que o casal possui um filho.

Minutos após a execução, populares se aglomeraram no local do crime e comentaram a possibilidade de um policial militar estar envolvido por conta das características do veículo da vítima ser semelhante ao do PM. Tenente Porfírio negou a informação. “Felizmente nenhum de nossos policiais teve qualquer tipo de participação nesse crime. Não passa apenas de um ruído de informação”, finaliza o oficial da PM.

A esposa de Manuel, que não teve o nome revelado, disse desconhecer qualquer envolvimento do marido em coisas ilícitas. 

Berg Morais

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